Após a Revolução da Dignidade e o início da Guerra Russo-Ucraniana, a Ucrânia adotou o conceito europeu de comemoração da vitória sobre o nazismo.
Este foi um passo importante na separação final da mentalidade totalitária da União Soviética e um passo de aproximação à Europa.
A Ucrânia teve as baixas e a devastação sem precedentes: cerca de 8 milhões de ucranianos foram mortos, 714 cidades e 28.000 aldeias foram total ou parcialmente destruídas.
7 milhões de ucranianos participaram nos combates como soldados do Exército Vermelho, metade dos quais foram mortos.
Tentando reivindicar o principal mérito na derrota do fascismo, a Rússia continua a estratégia de propaganda da União Soviética para diminuir o papel dos aliados ocidentais e ignorar a contribuição dos outros povos da URSS, especialmente a dos ucranianos, na Segunda Guerra Mundial.
A interpretação soviética e, posteriormente, a interpretação russa da história da Segunda Guerra Mundial está repleta de falsificações e, desde o início, serviu como um conjunto de ferramentas de manipulações políticas e ideológicas.
Hoje, a Ucrânia é o único país da Europa que, de armas em punho, resiste à agressão militar do regime do Kremlin.
A Ucrânia protege não apenas a sua independência e integridade territorial, mas também toda a Europa com seus valores democráticos e liberdades.
A videomensagem está disponível com o seguinte link