Já passou seis anos desde o início da guerra russa contra a Ucrânia, cujo resultado é dramático e sem precedentes na Europa pós-guerra. Hoje, contam-se mais de 13 mil ucranianos mortos e 25 mil feridos.
Apesar das numerosas decisões do Formato da Normandia e do Grupo de Contacto Trilateral para estabelecer um cessar-fogo permanente nos territórios temporariamente ocupados pela Rússia das regiões ucranianas de Donetsk e Luhansk, o bombardeio das posições das Forças Armadas da Ucrânia continua diariamente. As forças de ocupação russas usam as armas proibidas pelos Acordos de Minsk.
Apenas desde janeiro até 15 de abril deste ano, devido às provocações militares russas, morreram 45 militares ucranianos e cerca de 200 militares ficaram feridos.
Portanto, a pressão diplomática sobre a Rússia deve ser aumentada para obrigar este país a honrar os seus compromissos de paz assumidos enquanto parte do conflito em Donbas.
O mais cínico é que a Rússia usa a pandemia de COVID-19 para levantar as sanções internacionais impostas em resposta à sua agressão contra a Ucrânia.
Apreciamos a posição clara da União Europeia em manter o seu papel crucial na luta contra as violações do direito internacional, dos direitos humanos e contra a proliferação de armas.
Foram essas mesmas ações ilegais e agressivas da Federação Russa contra a Ucrânia que levaram a União Europeia a impor sanções ao país-agressor.
Assim, até que a ameaça de agressão permaneça e o Donbas e a Crimeia estejam ocupados pela Rússia, as sanções devem permanecer em vigor e ser total e estritamente aplicadas!
A videomensagem está disponível com o seguinte link